Desabafo da mulher moderna

Março 13, 2008 por katuchamat

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São 6h. O despertador canta de galo e eu não tenho forças nem para atirá-lo contra a parede.

Estou tão acabada, não queria ter que trabalhar hoje.

Quero ficar em casa, cozinhando, ouvindo música, cantarolando, até!

Se tivesse filhos, gastaria a manhã brincando com eles

Se tivesse cachorro, passeando pelas redondezas.

Aquário? Olhando os peixinhos nadarem.

Espaço? Fazendo alongamento.

Leite condensado? Brigadeiro.

Tudo menos sair da cama, engatar uma primeira e colocar o cérebro pra funcionar.

Gostaria de saber quem foi a mentecapta, a matriz das feministas que teve a infeliz idéia de reivindicar direitos da mulher e por que ela fez isso conosco, que nascemos depois dela.

Estava tudo tão bom no tempo das nossas avós, elas passavam o dia a bordar, a trocar receitas com as amigas, ensinando-se mutuamente segredos de molhos e temperos, de remédios caseiros, lendo bons livros das Bibliotecas dos maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, colhendo legumes das hortas, educando crianças, frequentando saraus, a vida era um grande curso de artesanato, medicina alternativa e culinária…

Aí vem uma fulaninha qualquer que não gostava de sutiã tampouco de espartilho, e contamina várias outras rebeldes inconsequentes com
idéias mirabolantes sobre “vamos conquistar o nosso espaço”.

QUE ESPAÇO, MINHA FILHA!!??

Você já tinha a casa inteira, o bairro todo, o mundo ao seus pés.

Detinha o domínio completo sobre os homens, eles dependiam de você para comer, vestir, e se exibir para os amigos, que raio de direitos requerer?

Agora eles estão aí todos confusos, não sabem mais que papéis desempenhar na sociedade, fugindo de nós como baratas tontas!

Essa brincadeira de vocês acabou é nos enchendo de deveres, isso sim!

E, PIOR, nos largando no calabouço da solteirice aguda.

Antigamente, os casamentos duravam para sempre.

Por que, me digam por que, um sexo que tinha tudo do bom e do melhor, que só precisava ser frágil, foi se meter a competir com o macharedo?

Olha o tamanho do bíceps deles, e olha o tamanho do nosso…

Tava na cara que isso não ia dar certo.

Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de fazer escova, maquiar, passar hidratantes, escolher que roupa vestir, que sapatos, acessórios, que perfume combina com meu humor, nem de ter que sair correndo, ficar engarrafada, correr risco de ser assaltada, de morrer atropelada, passar o dia ereta na frente do computador, com o telefone no ouvido resolvendo problemas.

Somos fiscalizadas e cobradas por nós mesmas a estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, cheirosas, unhas feitas, sem falar no currículo impecável, recheado de mestrados, doutorados, e especialidades.

Viramos “super-mulheres”, mas continuamos a ganhar menos do que eles…

Não era muito melhor ter ficado fazendo tricô na cadeira de balanço?

CHEGA!!!

Eu quero alguém que abra a porta para eu passar, puxe a cadeira para eu sentar, me mande flores com cartões cheios de poesia, faça serenatas na minha janela…

Ai, meu Deus, são 6h30, tenho que levantar!

E tem mais… que chegue do trabalho, sente no sofá, coloque os pés pra cima diga “meu bem, me traz uma dose de
whisky, por favor?”, pois eu descobri que é muito melhor servir.

Ou pensam que eu tô ironizando? Tô falando sério!

Estou abdicando do meu posto de mulher moderna…
Troco pelo de Amélia.

Alguém mais se habilita?

Antes eu sonhava, agora nem durmo mais…

(Anônimo)

Frida Kahlo

Março 12, 2008 por katuchamat

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Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón (nascida em Coyoacán, México, em 6 de julho de 1907 – falecida em Coyoacán, 13 de julho de 1954) foi uma pintora mexicana.
Filha de um fotógrafo judeu-alemão Guilhermo Kahlo e de Matilde Calderón e Gonzalez, uma mestiça mexicana. Em 1910 Frida contrai poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de enfermidades, acidentes, lesões e operações que sofre ao longo de sua vida. A poliomielite deixa uma lesão em seu pé direito com isso, ganha o apelido Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau). A partir disso ela começa a usar calças, depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas registradas.

Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintura em uma idade precoce. Embora seu pai encarasse a pintura como um passatempo, sua filha não estava particularmente interessada na arte como uma carreira e não a perseguia seriamente.

Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelado.

Em 1925, quando tinha 18 anos aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Porém sofreu um grave acidente. Um auto carro na qual viajava chocou-se com um combôio, acidente que fez a artista ter de usar um colete de gesso por muito tempo. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama. Durante sua longa convalescência começa a pintar.

Em 1928 quando Frida Kahlo entra no Partido comunista mexicano, ela conhece o muralista Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Sob a influência da obra do marido, adoptou o emprego de zonas de cor amplas e simples num estilo propositalmente reconhecido como ingênuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adotava com muita freqüencia temas do folclore e da arte popular do México.

Entre 1930 e 1933 passa a maior parte do tempo em Nova Iorque e Detroit com Rivera. Entre 1937 e 1939 Leon Trotski vive em sua casa de Coyoacan. Em 1938 André Breton qualifica sua obra de surrealista em um ensaio que escreve para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. Não obstante, ela mesma declara mais tarde: “Acreditavam que eu era surrealista, mas não o era. Nunca pintei meus sonhos. Pintei minha própria realidade”.

Em 1939 expõe em Paris na galeria Renón et Colle. A partir de 1943 dá aulas na escola La Esmeralda, no D.F. (México).

Em 1953 a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organiza uma importante exposição em sua honra.

Alguns de seus primeiros trabalhos incluem o “Auto-retrato em um vestido de veludo” (1926), “retrato de Miguel N. Lira” (1927), “retrato de Alicia Galant” (1927) e “retrato de minha irmã Christina” (1928).

Falecimento

Depois de algumas tentativas de suicídio, em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo foi encontrada morta. Seu atestado de óbito registra embolia pulmonar como a causa da morte. Mas não se descarta que ela tenha morrido de overdose, que pode ter sido acidental ou não. A última anotação em seu diário que diz “Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar – Frida” permite aventar-se a hipótese de suicídio.

Diego Rivera descreveu em sua auto-biografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico de sua vida.

Fonte: Wikipédia

À minha irmã Bianca, estudante do 3º ano do Ensino Médio na E.E Arlindo de Andrade Gomes e aos professores que aumentaram meu amor pelas Artes Visuais, Jó e Denise.

“A arte alimenta-se de ingenuidades,
 de imaginações infantis que ultrapassam
os limites do conhecimento; é ai que se encontra o seu reino.
Toda a ciência do mundo não seria capaz de penetrá-lo.”
( Loinello Venturi )

Hora da Pipoca!

Março 10, 2008 por katuchamat

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Ontem assisti novamente a este filme que amo. Alias amo filmes assim – INSPIRADORES, entende?…Tudo Acontece em Elizabethtown é um romance capaz de ser tão ‘água com açúcar’ e tão intenso ao mesmo tempo. Prende o espectador e é capaz de fazer pensar, rir, chorar e de dar aquela vontade louca de cair na estrada. Recomendo, se é que contam minhas recomendações…

Uma tal Mallu Magalhães…

Março 4, 2008 por katuchamat

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Dias atrás descobri essa menina tão ‘gracinha’ . Seu nome é ♪ Mallu Magalhães♪. Muito meiga e com uma talento de gente grande. Tudo bem que estão fazendo muito barulho quanto a esta jovem moça. Ela acabou de começar, canta e escreve musicas bonitinhas, mas algumas coisas que li são exagero demasiado. De qualquer forma, ela é bem novinha e tudo ocorrerá ao seu tempo. Pode estar somente tendo seus dias de “fama” ou começar a vender cds “que nem água”. Eu particularmente torço para que ela fique conhecida e  que suas músicas não se tornem comerciais.

 

Para quem ainda não ouviu, escute Tchubaruba

Enjoy!

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Fevereiro 20, 2008 por katuchamat

Já sentiu uma grande nostalgia? Aquela vontade de coisas de quando se era criança, de histórias pra dormir, de brincar sem sentir vergonha, de não ligar para o que pensam de você, de ser indiferente ao mundo todo e mesmo assim todos amarem sua companhia?

Quando somos crianças, não temos medo das pessoas, confiamos em todo mundo e não fazemos acepção de ninguém. Não temos aquela história de: ‘Ai, só de olhar pra fulano(a) não gostei dele(a)!’. Discutíamos com algum coleguinha e logo depois ficávamos “de bem”. Hoje não sabemos perdoar. Geralmente o fazemos da ‘boca pra fora’ e nunca mais confiamos no coitado que errou. Mas, se somos nós os errados, arranjamos logo uma desculpa para o erro, ou claro, colocamos a culpa em alguém. Quando crianças não tínhamos medo de colocar pra fora nossos medos e angustias e pedir proteção. Hoje encaramos isso como covardia. Antes era tão fácil dizer eu te amo, agora nem lembramos direito o que isto significa. Quando somos crianças, qualquer um que te dê atenção é seu melhor amigo. Hoje desconfiamos de atenção demais! Aí nos privamos de viver como as crianças, felizes e rodeadas de pessoas queridas.

Então lemos qualquer ladainha de auto-ajuda(como este meu texto..rs) e acreditamos que vamos melhorar…mais era tão mais simples…era só olhar as crianças!

Vamos lá, pegue aquele álbum de fotografia velho e veja sua felicidade. Se um dia fomos tão tranqüilos e felizes, o que está nos impedindo agora???*

  

*Aparentemente eu generalizei né?…bem, usei nós, mas falo de mim…

Na verdade isso foi uma desculpa para falta de assunto…mas ficou bom né?

Penso…logo Viajo!

Fevereiro 1, 2008 por katuchamat

Cheguei!!!
Vim refletir por aqui, por que o mundo real já não agüenta mais minhas reflexões!!
 Ai ai…um novo blog…meu filhinho caçula!Mas o que há na cabeça de alguém que tem mais de um blog??? MUITA COISA!!! E aí a necessidade de um refúgio. Sim, este blog será o meu guardião de palavras e pensamentos. Pois não consigo parar de pensar! Já que tudo que é demais faz mal, preciso liberá-los. Talvez inspirem alguém. Talvez não seja inspirador para ninguém. Mas que pelo menos me sirvam de inspiração para novos pensamentos!…Pois Devanear é Preciso!